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Observatório Para a Qualidade Escolar – Escola
Secundária Inês de Castro
Relatório Final da Comissão para a Auto - Avaliação da Escola
2007/ 2008
Observatório Para a Qualidade Escolar – Escola Secundária
Inês de Castro
Relatório Final da Comissão para a Auto - Avaliação da Escola
2007/ 2008
1. COMPETÊNCIAS e MISSÃO
A Lei nº 31/2002, de 20 de Dezembro, aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a auto-avaliação e para a avaliação externa. Por sua vez, o programa do XVII Governo Constitucional estabelece o lançamento de um «programa nacional de avaliação das escolas básicas e secundárias que considere as dimensões fundamentais do seu trabalho». No âmbito da sua autonomia, a escola propõe-se, através desta Comissão, desenvolver em permanência a auto-avaliação entendida como instrumento de diagnóstico, regulador e promotor da qualidade e também como instrumento de reflexão crítica partilhada que conduz à dinamização da acção educativa, tendo em vista a melhoria do sucesso. O processo de auto-avaliação pressupõe o envolvimento e co- responsabilização de todos os elementos da comunidade escolar, Æ Plano de acção educativa/processo de ensino - aprendizagem; Æ Liderança/funcionamento das estruturas escolares/gestão de Æ Colaboração/envolvimento dos membros da comunidade O processo de avaliação externa, já realizado, apenas conduz a uma superação contínua do desempenho da escola se alicerçado numa auto-avaliação rigorosa e eficaz, implicando convergência total entre práticas de avaliação externa e as práticas de auto-avaliação. Esta auto-avaliação é obrigatória e permanente, sendo que deverá assentar na análise dos seguintes aspectos: - Sensibilizar os vários membros da comunidade educativa para a participação activa no processo educativo, valorizando o seu papel - Promover a melhoria da qualidade do ensino e dos seus níveis de - Assegurar o sucesso educativo: Sucesso escolar, avaliado através da capacidade de promoção da frequência escolar e dos resultados do desenvolvimento das aprendizagens escolares dos alunos; - Garantir a credibilidade do desempenho da Escola: desempenho do órgão de administração e gestão; - Promover uma cultura de melhoria continuada do projecto Educativo de Escola, acompanhando o grau de concretização; - Procurar certificar os padrões (avaliação externa) de qualidade da Escola; - Praticar uma cultura de colaboração entre os membros da Esta Comissão entende que nesta Auto – Avaliação é importante que todos a problematizem e se envolvam todos os órgãos da Escola: Conselho Executivo; pessoal docente e não docente; estruturas de orientação educativa e serviços especializados; alunos e Pais/Encarregados de Educação, perspectivando as grandes - Finalidade cultural: como a escola prepara, culturalmente, os
indivíduos para uma melhor compreensão da sociedade em que vivem? - Finalidade social: como a escola forma o indivíduo para a
participação nos direitos e deveres da cidadania?
- Finalidade de formação profissional: como a escola prepara os
alunos para uma vida produtiva, capaz de se valer efectivamente das oportunidades económicas e ocupacionais? - Finalidade humanística: como a escola promove o desenvolvimento
intelectual, emocional, integral do aluno?
A análise conjunta pela comunidade escolar destas finalidades levará à identificação das que precisam ser reforçadas, das que estão relegadas para um segundo plano e de como elas poderão ser detalhadas segundo as áreas, os cursos, as diversas disciplinas e os conteúdos programáticos. 2. DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO.
2.1. METODOLOGIA E CONTEXTUALIZAÇÃO DOS DADOS.
O ponto de partida deste grupo de trabalho foi a análise do Relatório da Avaliação Externa realizado pela Inspecção-Geral de Educação/Delegação Regional do Norte em 26 /27 de Abril de 2007. Embora esta Comissão considerasse que havia alguns pontos que eram merecedores de análise critica por parte dos inspectores, globalmente, não considerou justa a avaliação feita, quer nos itens em que foi avaliada com suficiente, quer nos que teve nota insuficiente Nesse sentido, manifestou a sua opinião em documento dirigido à Inspecção-Geral de Educação (IGE), na qual lhe dava conta que o pessoal docente não se revia na análise feita pela dita Inspecção, já que punha em causa todo o empenho e trabalho realizado. A resposta não foi conclusiva, limitando-se a argumentar que o contraditório deveria ter sido elaborado em tempo próprio, o que não aconteceu, pois a Assembleia de Escola resolveu não apresentá-lo e esta Comissão ainda não estava constituída. Desse
documento enviado à IGE, realçamos a seguinte passagem: «Desde
logo constatou que o texto do relatório, apesar de bem elaborado, não reflectia, globalmente, a realidade da Escola. Não foram referidas várias iniciativas que a E.S.I.C desenvolveu, com a participação da comunidade envolvente, iniciativas abertas à comunidade, que tiveram o mérito de trazer a comunidade à Escola. Não foram referidos prémios que a E.S.I.C. recebeu pelo seu trabalho em prol da sociedade, nomeadamente um prémio atribuído pela Câmara Municipal de Gaia, em que manifesta o seu regozijo pelos resultados alcançados pela Escola nos Exames Nacionais. Não foi referido que é a escola que mais alternativas oferece a nível de formação de adultos, ou de abertura aos cursos profissionais. Enfim, outros exemplos poderiam aqui ser referidos para justificar a nossa insatisfação, mas pensamos que isso, agora, não é relevante. O passo seguinte da Comissão foi analisar o relatório de outras escolas que tiveram melhor avaliação, com o intuito de aproveitar experiências que nos pudessem ajudar a ultrapassar as nossas dificuldades. E aqui a nossa estupefacção foi ainda maior, pois constatámos que escolas que não estavam a fazer mais e melhor do que nós, bem pelo contrário, tinham avaliações de Bom e Muito Bom. O caso mais revelador foi o domínio «RESULTADOS» em que escolas com a mesma média do que a nossa, ou mesmo inferior, tiveram Avaliação de Suficiente ou Bom e a nossa foi a única a ter, nesse domínio, «INSUFICIENTE». Se, como nos foi dito em reunião realizada com os elementos da Avaliação Externa que os critérios eram objectivos, então não compreendemos esta discrepância e gostaríamos de saber se houve algum motivo especial para esta atribuição. Como se tudo isto não fosse suficiente para criar insatisfação no corpo docente da Escola, a publicação dos resultados dos Exames Nacionais pelo Ministério da Educação, a partir dos quais os diferentes meios de comunicação social fizeram os chamados «Rankings» das escolas, ainda nos deixou mais constrangidos. Tendo consciência de que os Rankings têm o valor que têm, não podemos, no entanto, ficar indiferentes aos mesmos, principalmente quando a nossa Escola serve de exemplo, o Jornal Público, para provar que a avaliação feita pela IGE não tem muita justificação, para não dizer credibilidade. Como se compreende que a nossa Escola tenha sido a única a ter «Insuficiente» nos resultados e depois apareça colocada no terço das escolas que tem média positiva nos Exames Nacionais (10,55) e numa posição que varia entre a 86ª e 171ª, consoante os vários meios de comunicação? Como é que se compreende que uma escola que só tem ensino básico tenha tido Avaliação de Muito Bom e num universo de 1285 escolas esteja colocada na posição 1025 e a nossa Escola, que volto a referir, foi avaliada com «INSUFICIENTE» está colocada em 526? Outros exemplos poderiam aqui ser dados porque, no que diz respeito a resultados, muitas outras escolas avaliadas estão muito atrás da nossa, como facilmente se poderá comprovar. O mais estranho é que, já nos anos anteriores, o panorama era semelhante, pois a nossa Escola ocupou sempre uma boa posição, mas parece não ter sido suficiente para uma melhor avaliação por parte da Comissão de Avaliação Externa. No entanto, nós pensamos, tal como Monica Gotther que “A eficácia da escola
não se mede: constrói-se, negoceia-se, pratica-se e vive-se
”».
2.1.1. Propostas de melhoria a curto prazo.

Conscientes de que todo o projecto está sempre em construção e pode ser melhorado, este grupo de trabalho apresentou de imediato algumas sugestões, que estão expressas em documento de 30 de Outubro de 2007 e das quais elencamos as seguintes: «Sendo a Escola um dos elementos constitutivos da comunidade, deve estar ao serviço dessa comunidade, mas deve receber dela incentivos que lhe permitam prosseguir os objectivos que se propôs alcançar. Como serviço que presta à sociedade, mais do que produzir aprendizagens, abre-se aos cidadãos, oferecendo-lhes um variado campo de oportunidades: Formação em diferentes áreas; E.F. Adultos; CNO; Cursos Profissionais; Cursos de prosseguimento de estudo; Acções de Formação para Professores e Pessoal Auxiliar…No entanto, a Escola não pode perder a sua vertente pedagógica e nesta os seus profissionais têm de se rever nela e ser reconhecidos como agentes aglutinadores de saberes e, simultaneamente, aceites como autoridade disciplinadora para a cidadania. O seu papel deve ser valorizado junto dos Encarregados de Educação, alunos e comunidade em geral, de modo a tentar ultrapassar a insatisfação sentida com as dificuldades de aprendizagem dos seus alunos e as fracas expectativas sobre o sucesso do seu desempenho profissional. Se a Escola tentou melhorar o seu espaço interior, criando melhores condições para os seus alunos, o meio envolvente à Escola, enquanto espaço físico e humano, não pode contribuir para criar uma imagem de marginalidade e ociosidade que os alunos percepcionam e constatam efectivamente. É por isso que os elementos da «Escola Segura» podem e devem impedir que junto às suas entradas, particularmente na entrada norte, se verifiquem, quotidianamente, cenas degradantes que em nada dignificam o meio escolar. Deve haver, também, um maior controlo das entradas de estranhos no interior da Escola. Nesse sentido, o cartão electrónico poderia ser de uma grande ajuda, se fosse implementado. Outro aspecto que os elementos da Comissão consideram importante é «MOSTRAR» a Escola e o que nela se faz, tornando-a atractiva para alunos, e cidadãos em geral, que vejam nela a oportunidade de se promover e valorizar: «todos ficariam na
sombra
se lhes não valesse a luz das letras». Assim, projectos
com ideias inovadoras, diferenciadores pela positiva, devem ser realizados por toda a Comunidade Educativa, no seguimento das que foram realizadas e abertas à comunidade como «A Feira Medieval», «Conferências sobre o 25 de Abril», «Exposições….». Nesse sentido, o Plano de Actividades não deve ser um «amontoado» de iniciativas, mas deve estar em estreita relação com o Projecto Educativo de Escola. A abertura à inovação implica o envolvimento e desenvolvimento de projectos e clubes com ligação a todos os elementos da comunidade escolar, mas também com a comunidade exterior. Esta abertura ao exterior poderia fazer-se através de parcerias ou protocolos com entidades externas, não como meio destas, unicamente, se publicitarem, mas contribuir para dar a conhecer a Escola e o que de importante nela se faz. Era importante, também, promover actividades, de grande impacto, direccionadas para os alunos, como a realização do Equamat Distrital na nossa Escola. Já no que diz respeito aos clubes existentes, o seu modelo deve ser repensado. Constata-se que a grande maioria deles não tem visibilidade e não envolve a comunidade, como deveria ser o objectivo principal. Os docentes responsáveis por estes clubes devem encontrar os meios para conseguir a divulgação e a participação do maior número de alunos, pois só assim faz sentido a sua existência. Estando a Escola bem apetrechada, a nível dos meios informáticos, embora precisem de ser actualizados, e tendo excelentes técnicos como docentes, deve tirar partido deles, com ganhos significativos para a melhoria da Escola como elemento inovador, dando, assim, desta Comunidade Educativa uma imagem de qualidade. A ideia de, através do Portal da Escola/ Site/ Moodle apresentar os conteúdos das diferentes disciplinas, matrizes, planificações e outros temas de interesse para a sociedade, pode ser um meio importante de divulgação da Escola e contribuir para que: «já que a comunidade não vem à escola, vai a escola à
comunidade».
Tendo a escola elegido as aprendizagens dos seus alunos como um dos pontos – chave, desenvolvendo estratégias de combate ao insucesso, e tendo um corpo docente muito experiente em todas as áreas, poderia adoptar-se, sempre que se considerasse necessário, a supervisão e acompanhamento presencial da prática lectiva na sala de aula, prática que, aliás, é seguida em escolas avaliadas Com o intuito de criar hábitos de auto-regulação, esta Comissão propõe-se criar, em conjunto com outros elementos responsáveis pela prática pedagógica, questionários para serem aplicados a todos os intervenientes da comunidade escolar, sempre com o objectivo de auto-regulação e melhoria da Escola. Os resultados destes questionários / inquéritos serão tratados e publicitados nos meios considerados adequados para o efeito».
Os membros desta comissão, no sentido de valorizar-se e trazer para a comunidade escolar práticas que possam ensinar a melhorar, inscreveram-se e participaram num seminário realizado no dia 24 de Novembro de 2007 no Campus Gualtar / Universidade do Minho, subordinado ao tema “Auto – Avaliação de escola: das 3. Avaliação / Auto - Avaliação.
Depois da avaliação do primeiro período, esta Comissão analisou pormenorizadamente os resultados escolares e médias- comparativo dos anos lectivos 2006/2007 e 2007/2008- primeiro período. Cada gráfico comporta a sua análise comparativa e está ao dispor de toda a comunidade escolar no dossiê desta Comissão, no Conselho Executivo e será anexado ao presente relatório. Como foi referido anteriormente, um dos objectivos desta Comissão era conhecer o que a comunidade escolar pensa da Escola. Assim, a equipa considera que a Auto-Avaliação é necessária e enriquecedora, tendo em conta a sua dupla dimensão formativa e informativa, definindo-se como metodologia a seguir a aplicação de questionários que visavam verificar a Qualidade de Liderança e a eficácia do funcionamento das estruturas (Conhecimento dos Normativos e Serviços da Escola; Grau de Satisfação dos agentes relativamente a uma série de itens que acompanharão os gráficos e Envolvimento / Participação dos diferentes destinatários na vida Tendo em conta o elevado número de participantes e o limite temporal para a realização dos inquéritos, este grupo de trabalho utilizou a seguinte metodologia: 3.1. Inquéritos à comunidade escolar.
A aplicação dos questionários vem no seguimento da proposta apresentada por este grupo de trabalho ao Conselho Pedagógico de sete de Dezembro de 2007. Os objectivos para a sua aplicabilidade já foram anteriormente discutidos e aprovados. No entanto, só agora é possível pô-la em prática. Assim, os inquéritos foram aplicados, no Ensino Básico, numa aula de Formação Cívica, sendo preenchidos por todos os alunos. Os questionários destinados aos Encarregados de Educação (dez por turma) foram entregues pelo Director de Turma aos alunos dos Encarregados de Educação seleccionados. No Ensino Secundário, o processo foi o mesmo, sendo o Director de Turma a determinar o momento da sua aplicação e recolha. Relativamente ao pessoal Docente e não docente, os questionários foram entregues a toda a comunidade, sendo a entrega feita a cada inquirido pela chefe do pessoal auxiliar (Dona Manuela Alves), obrigando a uma rubrica. Quanto à recolha esta foi efectuada na Biblioteca, devendo cada inquirido depositar o respectivo questionário e rubricar 3.1.1. ESCOLHA DA AMOSTRA.
Decidiu esta Comissão seleccionar quatro turmas de cada ano do Ensino Básico e três de cada ano do Ensino Secundário. Optou-se, dentro do normativo do tratamento estatístico, por escolher turmas de níveis superior, médio e inferior. Assim, as turmas onde se aplicaram os inquéritos, quer a alunos, quer a Encarregados de Educação, foram: 7.º D; 7.º E, 7.º I, 7.º J; 8.ºA; 8.º D; 8.º G; 8.º I; 9.º E; 9.º G; 9.º I; 9.º J; 10.ºA; 10.º C; 10.º E; 11.º A; 11.º B; 11.º D; 12.º B; 12.º C e 12.º G. Entendeu, também, integrar na amostra as turmas dos Cursos Profissionais e dos Cursos de Educação e Formação. 3.1.2. CRONOGRAMA
Entrega dos questionários a toda comunidade escolar até 15 de Recolha dos questionários e entrega dos mesmos ao grupo de trabalho do Observatório até 29 de Fevereiro de 2008. Tratamento, organização e apresentação dos resultados deste inquérito até finais de Abril de 2008. Os Questionários aplicados encontram-se arquivados no dossiê desta Comissão, assim como o registo dos que não entregaram os inquéritos. Seguindo a metodologia adoptada, o tratamento dos dados, transposto para gráficos, foi alvo da seguinte análise: 3.2. Resultados/Análise.

Como já foi referido na acta de onze de Março de dois mil e oito, foram recebidos por este grupo de trabalho trezentos e setenta e sete questionários preenchidos pelos alunos, cento e vinte preenchidos pelos Pais/Encarregados de Educação, vinte e seis preenchidos pelo pessoal não docente e noventa e três preenchidos pelos docentes, dos quais dezoito foram considerados inválidos/nulos, pois dezoito docentes «deram-se ao trabalho» de preencher todos os espaços. Um aspecto que importa esclarecer é que, com este Relatório de Auto-Avaliação da Escola, se pretende criar um instrumento de análise flexível, aberto, podendo representar uma base de trabalho, a partir da qual se irá desenvolver um processo de auto-avaliação que se quer partilhado e participado. De facto, se a avaliação é essencialmente comunicação, é necessário que todos e cada um dos intervenientes nos processos sobre os quais incidiu esta avaliação tenham o direito e a oportunidade de exprimirem o seu ponto de vista relativamente a esta avaliação. O que é importante é que, do confronto de perspectivas, se construa um diagnóstico o mais consensual possível e que, a partir dele, se definam programas de melhoria do funcionamento da Escola. É este o nosso entendimento sobre a forma de prosseguir este processo de avaliação para que ele possa ser útil, contribuindo para a melhoria ético-profissional. Importa, ainda, explicar que consideramos que a pertinência deste relatório só poderá ser avaliada à posteriori e constatar se ele serviu para melhorar o funcionamento e organização da Escola, identificando devidamente os problemas, para que estes tenham uma rápida solução. Depois de analisados todos os questionários, resposta a resposta, os elementos deste grupo de trabalho reviram todas as questões dos quatro tipos de questionários aplicados e decidiram, depois de analisados individualmente, agrupar questões que estivessem relacionadas, de modo a poderem ser tratadas informaticamente. Assim, o tratamento dos dados assentará em três grandes pilares: Conhecimento dos Normativos e Serviços da
Escola
; Grau de Satisfação dos agentes, relativamente a uma série
de itens que acompanharão os gráficos e Envolvimento /
Participação
dos diferentes destinatários dos inquéritos na vida
escolar. Sendo o público-alvo dos questionários diferente, é natural que os resultados de cada inquérito apresente itens diferentes a acompanhar os gráficos. No entanto, o objectivo principal, que era recolher a opinião de toda a comunidade escolar, de modo a apresentar sugestões para a melhoria dos resultados escolares e da cultura de escola, foi plenamente conseguido. Esta Comissão reconhece que alguns inquéritos poderiam ser menos longos e algumas questões mais objectivas, mas isso não diminui o valor de todo este trabalho e, principalmente, a pertinência dos seus resultados. Em anexo a este Relatório, serão apresentados os gráficos das respostas dadas, que dão uma ideia mais precisa da realidade expressa. 3.2.1. Questionários dirigidos aos alunos
Da análise dos 377 questionários preenchidos e entregues pelos Æ Só uma pequena percentagem admite conhecer o Projecto Educativo da escola e, o que é de certo modo curioso, considera que isso não é relevante. Já o mesmo não se passa no que diz respeito ao Regulamento Interno, que admitem conhecer, mas não foram chamados a dar opinião e continuam a considerar pouco relevante. Æ A grande maioria dos discentes manifesta opinião positiva, quer no que diz respeito à Escola enquanto espaço físico, quer no modo como lhes é ministrado o ensino. Aqui, é de salientar a elevada percentagem dos que referem que se sentem respeitados e informados pelos professores, realçando a disponibilidade para Æ Embora admitam que se sentem integrados na comunidade escolar, colocam algumas reticências no modo como lhes é prestada a informação pelos auxiliares de acção educativa, no modo de acesso à escola e, principalmente, na falta de identificação dos funcionários que lidam com o público e falta de registo dos pedidos feitos e Æ Apesar de darem pouca relevância ao Regulamento Interno, consideram que as regras sobre disciplina e convivência democrática são tidas em conta, considerando que os conflitos são resolvidos com justiça e de forma pedagógica, incentivando os amigos a vir para esta ÆRelativamente ao envolvimento/participação do aluno na escola, as respostas dadas deixam perceber que os discentes não têm como prática a participação activa na vida escolar. Aliás, é onde as respostas mais se afastam da norma predominante (alíneas B e A, respectivamente) para as alíneas D e C. Esta posição é coincidente, em certa medida, com o conhecimento que os mesmos têm do Projecto Educativo e do Regulamento Interno.
3.2.2. Questionários dirigidos aos Encarregados de Educação.

Æ As respostas dadas deixam perceber que a vinda à Escola faz parte da sua rotina, mas não se preocupam muito em conhecer os Normativos e Serviços existentes. No entanto, há uma grande percentagem que está satisfeita com o ensino que é ministrado aos seus educandos, assim como com os serviços de apoio. Æ Uma elevada percentagem confia que os seus educandos estão seguros no ambiente escolar e recebe uma boa educação/formação, dando nota positiva às instalações escolares. Æ Tal como no que diz respeito aos alunos, é na participação/ envolvimento na escola que as opiniões mais se afastam da norma, embora aqui menos do que no respeitante aos alunos.
3.2.3. Questionários dirigidos ao pessoal não docente.

Æ Tratando-se de um grupo que deve estar informado sobre a realidade da escola, conhecendo o papel que cada um deve desempenhar, as respostas dadas revelam que o conhecimento dos normativos não é comum a uma grande percentagem. Pelo contrário, referem estar satisfeitos com o ambiente escolar. Æ No que diz respeito à satisfação, relativamente às condições de trabalho, nota-se uma grande insatisfação. Esta grande insatisfação estende-se aos órgãos de Gestão da Escola, o que pode ser entendido como havendo uma correlação entre estes dois itens. Æ Podendo estar relacionado com o item anterior, verifica-se que este grupo de pessoal não docente, grupo fundamental para que uma escola possa organizar-se e trabalhar em conformidade para a melhoria da mesma, tem uma auto-estima muito baixa e não sente que o seu trabalho seja valorizado por quem de direito. Æ Tal com acontece com os destinatários anteriores, o seu envolvimento/participação na escola é muito pouco, dando a sensação que se alheiam desta realidade escolar, como se ela não fizesse parte das suas prioridades. 3.2.4. Questionários dirigidos ao pessoal docente.

O questionário dirigido ao pessoal docente diferencia-se dos outros, pois trata-se de um grupo que, pela sua própria especificidade, desempenha na escola um papel relevante, quer no que diz respeito ao processo ensino/aprendizagem, quer no respeitante à organização/logística de todos os outros elementos. Nesse sentido, as questões estão mais direccionadas para o funcionamento dos diferentes órgãos de gestão pedagógica. Assim, os resultados reflectem o que o corpo docente pensa desses órgãos, sendo a fraca participação dos professores nos inquéritos, só por si, um indicador a ter em conta no processo de Auto-Avaliação da Æ Relativamente ao Conselho Executivo, o corpo docente pensa que este participa na elaboração de normativos escolares, envolvendo, positivamente, a comunidade escolar e contribui para a concretização de projectos e acções. Já no que diz respeito a fomentar um bom ambiente escolar, a apresentar uma liderança forte e eficaz e a interagir com outros órgãos estruturais da escola, as opiniões não são tão positivas. Quanto à cooperação com outros parceiros, no estabelecimento de protocolos, uma grande maioria reconhece total Æ No que diz respeito à actuação do Conselho Pedagógico, embora admita que esta é já rotineira, há uma grande maioria que não tem Æ Quanto à actuação da Assembleia de Escola, as respostas revelam algo preocupante, pois dá a sensação que existe um desconhecimento quase completo de qual é o seu papel. Isso é tanto mais preocupante quando se sabe o peso institucional que este órgão Æ Nos restantes pontos, a saber: Projecto Educativo; Plano Anual de Actividades; Coordenadores de Departamento; Coordenadores dos Directores de Turma; Directores de Turma e Actuação dos professores, a norma é a alínea B, isto é, consideram-se estas actividades como algo que já faz parte do funcionamento da escola, sendo encaradas como uma rotina a que os professores se habituaram.
3.2.5. Nota Final - Questionários.

Segundo a filosofia subjacente à criação de «um instrumento de análise flexível e aberto, podendo representar uma base de trabalho a partir da qual se irá desenvolver um processo», a reflexão que se desenvolveu permanece incompleta. Será necessário que, a partir «desta base de trabalho», toda a comunidade escolar discuta a interpretação dos dados tratados e manifeste os seus pontos de vista porque, em última instância, compete à ESCOLA debruçar-se sobre a pertinência desta reflexão e sobre a sua utilidade na construção de processos de melhoria. Como elementos desta Comissão, mas principalmente como docentes desta Escola, não ficámos indiferentes às respostas pertinentes dadas pelos diferentes inquiridos e de imediato propusemos algumas sugestões, deduzidas a partir dos questionários. Assim, no que diz respeito aos alunos, sugerimos que, durante o primeiro mês do ano lectivo, na aula de Formação Cívica, fosse dado conhecimento do Projecto Educativo e do Regulamento Interno da Escola, chamando a atenção para a importância destes documentos. Poderá, também, aproveitar-se estas aulas, aquando da leitura destes documentos, para recolher opiniões dos alunos ou mesmo contributos que possam ser incluídos no processo de melhoria. Esses contributos, se considerados válidos pelo Director de Turma, poderão ser dados a conhecer à Comissão de Avaliação, que os remeterá para Relativamente ao pessoal não docente, considerámos que seria importante haver alguém com perfil adequado para a gestão de Recursos Humanos, podendo ser um docente, que gerisse os conflitos deste grupo tão importante para o bom funcionamento da Escola. Seria, também, importante ouvir estes elementos sobre o modo de funcionamento da Escola, recolhendo ideias, a partir da sua experiência, que poderão ser incluídas no Plano Anual de Actividades. É, assim, importante que o pessoal não docente veja o seu trabalho reconhecido, não só pelos seus pares, mas por toda a comunidade escolar. Tendo em conta que é urgente encontrar estratégias para envolver os Encarregados de Educação na vida da escola, pensamos que seria de todo conveniente criar uma Comissão que definisse estratégias para trazer os Pais à Escola, não só para saber as notas dos filhos, mas também para participar activamente na vida escolar, quer em actividades de carácter lúdico, quer mesmo pedagógico. 3.3. Avaliação Interna.
Para além da análise feita aos questionários, este grupo de trabalho fez, ainda, uma análise minuciosa à avaliação do segundo período. Esta análise, denominada «Resultados Escolares e Médias – Comparativo 1º e 2º Períodos – Ano Lectivo 2007/2008» apresenta algo de inovador. Pela primeira vez, fez-se uma análise comparativa da percentagem de sucesso/insucesso por anos, turmas e ciclos, o que permite ter uma ideia precisa da evolução ensino/aprendizagem. Os vários tipos de gráficos são bastante elucidativos da evolução positiva, quer a nível do sucesso, quer a nível do abandono escolar. Relativamente à avaliação do terceiro período, a análise dos Resultados Escolares reflecte o comparativo entre os três períodos, a nível da classificação interna, mas apresenta já uma análise comparativa com os resultados dos Exames Nacionais, permitindo, assim, ter uma ideia mais precisa do trabalho que está a ser desenvolvido a nível da escola e se há um desvio, ou não, com a média nacional. Da análise feita, constata-se que houve uma grande redução no que diz respeito ao abandono escolar e nas retenções. A nível da classificação interna, verifica-se uma melhoria muito significativa, quer em relação aos períodos anteriores, quer em relação ao ano lectivo anterior. Se compararmos a classificação interna com a classificação dos exames nacionais, verificamos que a média dos resultados dos exames é igual e, em várias disciplinas, superior à classificação interna. Se compararmos os resultados da nossa escola com os resultados nacionais, constatamos que a média da nossa escola é superior à média nacional, em quase todas as disciplinas. Todos estes resultados podem ser comprovados através dos gráficos elaborados para o efeito e que seguem em anexo a este relatório, encontrando-se, também, arquivados no dossiê desta Comissão. 4. Nota Final: Propostas/Sugestões.
Considerando que o trabalho desenvolvido só se justifica se tiver aplicabilidade e contribuir para a melhoria da cultura de escola, os elementos desta Comissão pensam que muitos dos estudos realizados podem e devem ser implementados, quer a nível do Regulamento Interno, quer a nível do Projecto Educativo. No entanto, consideram, também, que é importante, no próximo ano lectivo, desenvolver outras actividades mais condizentes com o papel duma Comissão denominada de «Auto – Avaliação Interna», depois de bem definidos os seus campos de intervenção. Para nós, este ano foi para fazer o diagnóstico do «estado da Escola». Feito esse diagnóstico, é urgente tomar medidas que permitam, através de um acompanhamento mais estreito e uma cooperação mais activa com os diferentes agentes da comunidade escolar, melhorar a cultura de escola e contribuir para o sucesso educativo, que é o objectivo principal de todo o processo ensino/aprendizagem. Várias sugestões foram sendo apresentadas em pequenos relatórios elaborados aquando de alguns trabalhos mais específicos, mas pensamos que, como nota final, devemos reiterar umas e acrescentar outras, para que o nosso trabalho, se outro mérito não tiver, sirva, pelo menos, para alertar para aquilo que possa estar menos bem na nossa comunidade escolar. Assim, entre outras Æ Sendo a indisciplina um tema incontornável nos nossos dias, ela está presente, também, na Escola, passando do exterior para o interior. Assim, deve solicitar-se uma maior presença das forças policiais junto às entradas da escola, particularmente nos finais de turno; Æ Intensificar o controlo das entradas e saídas da escola, quer relativamente a alunos ou a «estranhos», potenciando ao máximo o uso dos cartões magnéticos por parte dos alunos. A este propósito, seria também necessária uma conduta mais séria e profissional dos auxiliares de acção educativa que, normalmente, estão nos locais de acesso à escola. Não podemos deixar de notar que, no próximo ano lectivo, a comunidade discente vai ter elementos de diferentes escalões etários, o que, desde logo, exige mais atenção; Æ Maior rigor no uniforme e na identificação do pessoal auxiliar, aliado a uma conduta mais personalizada e profissional, embora diligente e interventiva. Estas solicitações são veiculadas por alunos, Encarregados de Educação e professores. A este propósito, esta Comissão sugere que seja nomeado um docente, com prestígio e aceitação junto do pessoal auxiliar, que faça “a ponte” entre este grupo de trabalho da comunidade escolar e o órgão de gestão. Deverá ser alguém que possa defender os auxiliares da acção educativa junto dos outros parceiros, mas também definir junto deles o «normativo de conduta» pelo qual se devem orientar, controlar a sua actividade e rectificar os desvios que se verifiquem; Æ Melhorar as condições de trabalho do pessoal auxiliar da acção educativa, indo ao encontro, sempre que possível, das suas reivindicações. Uma política de descriminação positiva poderá ter efeitos muito benéficos na sua entrega ao serviço, no seu empenho e envolvimento nas actividades escolares e, genericamente, no incremento da auto-estima e valorização profissional deste, tão Æ O Plano Anual de Actividades deve ser elaborado em função do Projecto Educativo de Escola e não em desconexão com este; Æ Os Projectos e Clubes Escolares devem ser, também, contextualizados no Projecto Educativo de Escola e abertos, não só à comunidade escolar, como também à comunidade exterior à escola; Æ Dar a conhecer aos alunos, de forma sucinta e de fácil percepção, o Projecto Educativo de Escola. Aliás, este deverá ser elaborado por todos os parceiros da comunidade escolar; Æ O Regulamento Interno da escola também deveria ser elaborado com a participação dos alunos e Encarregados de Educação, sendo de fundamental importância a sua divulgação junto de todos os intervenientes no processo educativo. Como sugestão de divulgação junto dos alunos, quer do Projecto Educativo, como do Regulamento Interno da escola, indicamos as aulas de Formação Cívica e respectivos professores, como meio privilegiado para o efeito, logo no início do ano lectivo e até estes estarem devidamente integrados; Æ Estabelecer uma forte ligação com a Associação de Pais, no sentido de lhes dar a conhecer as dificuldades sentidas no quotidiano escolar, as carências ao nível dos recursos materiais e financeiros, de forma a promover uma acção mais directa junto dos organismos centrais da tutela; Æ Criar parcerias ou protocolos com entidades externas à escola, não só para se retirarem dividendos ou contrapartidas, mas também para se divulgar e promover o estabelecimento de ensino, no que ele tem para oferecer à comunidade onde está inserido; Æ Organizar e realizar eventos de grande destaque nos meios de comunicação social, de forma a tornar visível à comunidade exterior o que se faz dentro da escola e, também desta forma, cativar mais alunos, pais e outras entidades, a participar nas actividades desenvolvidas. A informação precisa e atempada dos eventos é necessária para que todos possam participar, dando, assim, mais vida cultural a um espaço que se quer de aprendizagem para todos; Æ Relativamente ao Conselho Executivo, sugere-se que exerça uma liderança forte e eficaz, directa e transparente, justa e ponderada. Sugere-se, também, que faça uma maior e mais continuada divulgação das suas acções e parcerias com entidades exteriores à escola, de modo a que os elementos da comunidade escolar não possam dizer «eu não sabia de nada». Sugere-se, ainda, uma cooperação mais íntima e vinculativa com os outros órgãos de gestão escolar e as equipas de trabalho, criadas para projectos específicos; Æ Quanto aos outros órgãos de gestão escolar, nomeadamente o Conselho Pedagógico e, agora, o Conselho de Escola, sugere-se uma maior informação e divulgação junto da comunidade escolar, quanto ao seu papel, à sua importância e à sua actuação no processo educativo. Escola Secundária Inês de Castro, 401936. 23 de Julho de 2008 Índice Geral
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1. Competências e Missão…………………………………………………………….1 2. Desenvolvimento do processo de Auto – Avaliação…………………3 2.1. Metodologia e Contextualização dos dados……………………….…3 2.1.1.Propostas de melhoria a curto prazo……………………….….…….6 3. Avaliação / Auto – Avaliação………………………………………………………9 3.1. Inquéritos à comunidade escolar…………………………………….….9 Escolha da Amostra…………………………………………………………10 3.1.2. Cronograma……………………………………………………………………….10 3.2. Resultados / Análise……………………………………………………………….11 3.2.1. Questionários dirigidos aos alunos…………………………………….12 3.2.2. Questionários dirigidos aos Encarregados de Educação….13 3.2.3. Questionários dirigidos ao pessoal não docente……………….14 3.2.4. Questionários dirigidos ao pessoal docente…………………….15 3.2.5. Nota Final / Questionários………………………………………………….16 3.3. Avaliação Interna………………………………………………………………….17 4. Nota Final: Propostas / Sugestões………………………………………….18 5. Anexos: Anexo 1. Mapas / Gráficos dos Resultados do primeiro período; Anexo 2. Questionários aplicados à comunidade escolar; Anexo 3. Gráficos da aplicação dos questionários; Anexo 4. Mapas / Gráficos dos Resultados do segundo período; Anexo 5. Mapas / Gráficos dos Resultados do terceiro período; Anexo 6. Gráficos comparativos (Avaliação Interna/Avaliação Externa).

Source: http://www.esic.pt/a-cd/coord-observatorio/relat_final_07_08.pdf

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Allegheny Valley School District 2010 - 2011 District Goals Athletics Goal #1: Develop and adopt a Student Athletic Manual. Goal #2: Clarify, improve, and communicate the weekly process for monitoring student academic eligibility for athletics and activities. Board Policy/Administrative Procedures Goal #1: Develop Section 300 (employees) of the School Board Policy Manual.

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