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Corpo da revista v4. n1.p65

Influência das doenças periodontais sobre as cardiopatias
coronarianas

Tatiana Dalla Costa1Gilberto Ferreira da Silva Júnior2Marilisa Lugon Ferreira Terezan3 Resumo
O presente estudo teve por objetivo realizar uma revisão da literatura referente à associação entre infecções dentárias, mais especificamente
a doença periodontal, e as cardiopatias coronarianas, apresentando dados epidemiológicos que sugerem essa associação, além dos
potenciais mecanismos biológicos responsáveis por sua possível atuação como fator de risco. A análise dos trabalhos pesquisados nos
permite concluir que, apesar de estar sugerida epidemiologicamente essa associação às condições cardiovasculares, a doença periodontal
ainda não pode ser considerada como um fator de risco real para aquela. Foi concluído também que as possíveis explicações biológicas
para tal associação podem estar relacionadas a um aumento da atividade trombogênica, dado pelo aumento da viscosidade sangüínea
e maior agregação plaquetária frente a alguns patógenos periodontais presentes nas bacteremias, bem como da ação direta de algumas
bactérias periodontopatogênicas na formação da placa aterosclerótica e de alguns mediadores inflamatórios aumentados na doença
periodontal, os quais seriam também considerados como marcadores do risco periodontal.

Palavras-chave: doenças periodontais; cardiopatias coronarianas.
INTRODUÇÃO
As doenças cardiovasculares, especialmen- sistêmico, caracterizado por uma resposta infla- te as cardiopatias coronarianas, figuram entre as matória e fibroproliferativa da parede arterial.
principais causas de óbito na sociedade contem- porânea.1 As manifestações clínicas das A causa da aterosclerose coronária não é cardiopatias coronarianas (CC) incluem: morte conhecida até o momento, mas parece estar ligada cardíaca súbita, anginas de peito estável e instá- a vários fatores de risco. Entre esses, os mais vel, infarto agudo do miocárdio e insuficiência freqüentemente mencionados são idade, sexo, his- cardíaca congestiva. Essas manifestações resul- tória familiar, nível lipídico no soro, dieta, hiper- tam, mais freqüentemente, de aterosclerose nos tensão, hábito de fumar e diabetes. Foi relatado vasos coronários epicárdicos. A aterosclerose que um único fator de risco não poderia ser res- humana é um processo crônico, progressivo e ponsável pelo desenvolvimento da aterosclerose, 1 Acadêmica do Curso de Especialização em Periodontia da Faculdade de Odontologia da UERJ. Rio de Janeiro - RJ2 Professor de Periodontia da FESO. Rio de Janeiro - RJ3 Coordenadora do Curso de Especialização em Periodontia da Faculdade de Odontologia da UERJ. Rio de Janeiro - RJ Correspondência para / Correspondence to:
Gilberto Ferreira da Silva Júnior
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R. Ci. méd. biol., Salvador, v. 4, n. 1, p. 63-69, jan./abr. 2005 sendo necessário uma associação de vários fatores Estudos recentes consideram que a nature- za infecciosa das doenças periodontais poderia pro- Entretanto tais fatores de risco não expli- duzir a injúria inicial desencadeadora da cam a presença da aterosclerose coronária em um aterosclerose, ou mesmo provocar o agravamento grande número de pacientes – cerca de 1/3 – e as do processo aterosclerótico pré-existente. Essas infecções localizadas que resultam em reações in- evidências foram sugeridas em estudos de coorte flamatórias crônicas foram sugeridas como um dos retrospectivo, transversais e caso-controle, realiza- mecanismos que fundamentam a doença nesses dos por Mattila e colaboradores (8, 9), De Stefano e colaboradores (10), e Beck e colaboradores.(3) Existe hoje, na literatura, uma série de fa- Esses estudos verificaram que a associação entre as tores sistêmicos inflamatórios e hemostáticos as- condições bucais e aterosclerose é consistente em sociados à doença cardiovascular. Níveis sangüíneos diferentes amostras de populações, e também de- elevados para proteína c-reativa (PCR), leucócitos, monstraram que as condições bucais precedem os fibrinogênio, fator de von Willebrand e outros fa- tores inflamatórios têm sido freqüentemente rela- cionados com alto risco para doença cardiovascular, rante um período de 18 anos, que os níveis de sendo considerados contribuintes para a formação perda óssea alveolar estão associados à alta inci- dência de doenças cardiovasculares fatais ou não, A periodontite é uma infecção multifatorial, causada por um grupo de bactérias gram-negati- Segundo Joshipura (11), a saúde dental é vas presentes na superfície dos dentes e no biofilme um importante fator ou indicador de risco para da placa bacteriana. A resposta do hospedeiro às doenças cardiovasculares, quando associado com infecções periodontais resulta em uma produção diabetes, fumo, nível de colesterol elevado e vida local de citocinas e mediadores biológicos, inclu- sive interleucinas e prostaglandinas, bem como Paunio e colaboradores (12) investigaram a na indução da produção de anticorpos séricos, associação entre o número de dentes perdidos e doenças isquêmicas diagnosticadas, observando que a perda dentária tem associação significativa com bacteriana com as infecções periodontais, da na- angina péctoris ou infarto do miocárdio, após o tureza crônica dessas doenças e da resposta local e controle para os fatores de confusão.
sistêmica do hospedeiro ao ataque microbiano, é Hujoel e colaboradores (5) avaliaram o ris- razoável a hipótese de que essas infecções possam co para doenças ateroscleróticas coronarianas em influenciar a saúde geral e o curso de algumas do- pessoas com periodontite, com gengivite e sem enças sistêmicas. Assim sendo, diversos estudos doença periodontal. Após ajustes para os fatores têm buscado estabelecer a prevalência e os meca- de risco conhecidos, os resultados desse estudo não mostraram evidências de que a gengivite e a cardiovasculares e as doenças periodontais.
periodontite estão associadas à doençacardiovascular.
REVISÃO DE LITERATURA
elaboraram outro estudo (13), com a finalidadede determinar se indivíduos nos quais foi elimina- da toda infecção dentária em potencial, ou seja, aterosclerose começou a ser relatada ainda na edentados, teriam o risco para doença cardíaca década de 60. Embora sem grande valor estatís- coronariana reduzido ao longo do tempo, em com- tico em função do tamanho da amostra, o tra- paração com portadores de periodontite. Os re- balho de Mackenzie e Millard (7) reportou a sultados indicaram que a eliminação das infecções primeira indicação de uma possível associação dentárias crônicas não levou a um decréscimo do entre aterosclerose e doença periodontal.
risco para eventos de doença cardíaca coronariana.
R. Ci. méd. biol., Salvador, v. 4, n. 1, p. 63-69, jan./abr. 2005 (15) Herzberg (17) relatou que a PAAP poderia interagir com as plaquetas circulantes, provo- periodontal com doenças cardiovasculares, alguns cando tromboembolismo e causando anormali- estudos experimentais começaram a ser realizados com o intuito de esclarecer os possíveis mecanis- mos biológicos responsáveis por essa associação.
tórios no sangue têm sido relacionados com o ris- co para a doença cardiovascular, incluindo a PCR bilidade de que microrganismos da placa bacteriana , o fibrinogênio, o TNF a e a IL-6. Esses marcadores participem na patogênese da aterosclerose. Dessa podem ter seus níveis de concentração sorológica forma, alguns estudos têm identificado microrga- influenciados pela doença periodontal.
nismos como Actinobacillus actinomycetemcomitans, Bacteróides forsytus, Porphyromonas gingivalis, associação entre a doença periodontal e alguns Streptococus sanguis e Prevotella intermedia nas pla- fatores de risco para a doença cardiovascular: colesterol total, lipoproteína de alta densidade- colesterol, PCR e fibrinogênio. O estudo con- a presença de vários agentes infecciosos em amos- cluiu que a saúde periodontal precária estaria tras de placas ateroscleróticas de 33 espécimes associada com níveis aumentados de colesterol da carótida humana. O autor detectou a pre- total, PCR e fibrinogênio, o que poderia expli- sença de Porphyromonas gingivalis (42%) e car, em parte, a ligação entre a doença Streptococus sanguis (12%), entre outros micror- periodontal e o aumento do risco para a doença ganismos, concluindo que os agentes infeccio- sos podem alterar a função celular vascular, po- Loos e colaboradores (19) constataram que a periodontite resulta num aumento do nível aterosclerótica, predispondo à ruptura da placa sistêmico de PCR, de IL-6 e de leucócitos. Essa e, dessa forma, desencadeando uma síndrome elevação dos fatores inflamatórios pode intensi- coronária aguda ou infarto isquêmico agudo.
ficar a atividade inflamatória nas lesões ateroscleróticas, aumentando potencialmente o hipotetizaram que os patógenos periodontais risco para eventos cardíacos e cerebrovasculares.
bacteriemias transitórias, onde podem ter pa- flamações e as infecções poderiam induzir a pel no desenvolvimento e na progressão da do- produção de PCR, levando a um significante impacto no risco cardiovascular. Por ser a doen- ça periodontal um dos tipos mais comuns de Porphyromonas gingivalis induziria inflamação inflamação ou infecção crônica, é notável que sistêmica e aterosclerose em porcos. Os dados várias análises epidemiológicas tenham conclu- desse estudo mostraram evidências de que ído que existe correlação entre as doenças bacteriemias recorrentes com Porphyromonas gingivalis induziriam a inflamação sistêmica e a formação do ateroma, num modelo que imita a periodontal que poderia explicar a associação entre as doenças periodontal e cardíaca diz res- peito à hipercoagulabilidade sangüínea. Sabe- limite entre a relação direta e indireta do risco se que a viscosidade sangüínea aumentada pode que a doença periodontal representaria para a promover doença cardíaca isquêmica importan- aterogênese diz respeito à agregação plaquetária.
te e derrames, por aumentar o risco de forma- A agregação das plaquetas é induzida pela pro- ção de trombos. O aumento nos níveis de teína de agregação-associação de plaquetas fibrinogênio e da contagem de células brancas, (PAAP), a qual se expressa em algumas cepas de bem como elevações significativas no fator VIII Streptococus sanguis e Porphyromonas gingivalis.
de coagulação – fator de von Willebrand – es- R. Ci. méd. biol., Salvador, v. 4, n. 1, p. 63-69, jan./abr. 2005 tão relacionados à hipercoagulabilidade amostras de populações, e que as condições bu- cais precederiam os eventos coronarianos.
fibrinogênio e leucócitos em pacientes com tais conclusões sem perder de vista as limitações gengivite e periodontite e, no grupo-controle, metodológicas referentes a esses trabalhos. Um com saúde bucal. Esse estudo indicou que indi- exemplo disso é a falta de padronização entre os víduos com infecção gengival ou periodontal têm critérios adotados para determinação e avalia- significativa elevação nos níveis de fibrinogênio e leucócitos, comuns às doenças de natureza inflamatória crônica. Já é conhecido que esse encontrado relação entre doença periodontal e processo leva ao aumento relativo do risco de doença cardiovascular, alguns trabalhos não ob- servaram associações significativas entre as do-enças em questão. (5, 11, 13) Além da preocupação por parte dos pes- DISCUSSÃO
quisadores em esclarecer a possível relação entrea doença periodontal e a doença cardiovascular, alguns estudos experimentais começaram a ser conceitos centenários, segundo os quais as do- desenvolvidos para buscar esclarecer os possí- enças bucais poderiam influenciar o curso de veis mecanismos biológicos responsáveis por essa algumas condições patológicas sistêmicas. Um grande número de estudos científicos tem bus- Dessa forma, tem sido avaliada a possível cado esclarecer a possível relação entre as doen- participação de patógenos periodontais especí- ças periodontais e as doenças cardiovasculares.
ficos em alterações circulatórias, e a hipótese Entretanto, ainda há necessidade de se compro- aceita de que tais patógenos entram na corrente var se a associação entre o quadro bucal e a con- sangüínea refere-se às bacteriemias transitórias.
dição sistêmica se expressaria realmente em um (16) Assim, na presença de infecções mais seve- nível de relação causal, se ocorreria apenas por ras do periodonto, um número muito maior de simultaneidade, ou se refletiria apenas certa microrganismos ganharia acesso à circulação.
suscetibilidade comum, que colocaria o pacien- te também em risco para tais condições sistêmicas, e, entre elas, mais especificadamente, ateromatosas, diversos trabalhos têm relatado a presença de Porphyromonas gingivalis, Bacteróides forsytus , Actinobacillus actinomycetemcomitans , aterosclerose começou a ser relatada ainda na Prevotella intermedia e Streptococus sanguis. (14, década de 60. Embora sem grande valor estatís- tico em função do tamanho da amostra, o tra- balho de Mackenzie e Millard (7), de 1963, tes infecciosos poderiam influenciar a morfologia reportou a primeira indicação de uma possível da placa aterosclerótica, por alterar a função ce- associação entre aterosclerose e doença lular vascular e desencadear, dessa maneira, uma síndrome coronária aguda ou infarto isquêmico A partir de fins da década de 80, diversos agudo. Outra possibilidade estudada referente estudos confirmaram a hipótese da associação à atuação direta dos microrganismos sobre o cardiovascular. Essas evidências foram sugeridas bacteriemias recorrentes por Porphyromonas em estudos com os seguintes desenhos: coorte gingivalis poderiam induzir a inflamação retrospectivo, transversal e caso-controle. (3, 7, sistêmica e formação do ateroma em porcos. (14) 8, 9, 10, 12) Nesses estudos, foi verificado que A agregação plaquetária possui um papel a associação entre as condições bucais e fundamental na trombogênese, e a maioria dos aterosclerose seria consistente em diferentes casos de infarto agudo do miocárdio parece ser R. Ci. méd. biol., Salvador, v. 4, n. 1, p. 63-69, jan./abr. 2005 precipitada por tromboembolismo. Tem sido higiene oral precária.(19, 21) Desse modo, a sugerido que bacteriemias transitórias, origina- infecção periodontal promoveria aumento na das por infecções orais ou periodontais, poderi- viscosidade sangüínea e trombogênese e, por am induzir à agregação plaquetária. Algumas conseguinte, um aumento no risco da doença cepas de Streptococus sanguis e Porphyromonas gingivalis expressam uma proteína designadaPAAP, capaz de causar agregação de plaquetas.
(17) CONCLUSÕES
elucidar a associação entre as doenças Através da análise da literatura estudada, periodontais e a aterosclerose refere-se aos efei- tos indiretos ou mediados pela resposta do hos- condição periodontal, parece estar fortemente cardiovasculares. De acordo com Fong (4), al- associada com as cardiopatias coronarianas de- guns marcadores inflamatórios no sangue têm sido relacionados com o aumento para doença 2. Apesar da comprovação da associação, cardiovascular, como a PCR, TNF-a e a IL-6.
os estudos disponíveis não fornecem evidência epidemiológica convincente para uma relação sistêmicos também podem ter seus níveis causal entre as doenças periodontais e as periodontal. Estudos recentes têm mostrado 3. As bases biológicas capazes de explicar aumento no nível da PCR em pacientes com tal associação ainda não estão elucidadas por doença periodontal (18, 19, 20) e que níveis completo, embora existam evidências de que elevados da mesma proteína estão associados com patógenos periodontais poderiam atuar sobre a o aumento do risco de isquemia recorrente, po- placa ateromatosa, evocando alterações celula- res e moleculares, e facilitando o seu desenvol- aterosclerótica coronariana isquêmica.
acúmulo excessivo de placa bacteriana poderia infecção periodontal que poderia explicar a as- também provocar um aumento na viscosidade sociação entre as doenças periodontal e cardíaca sangüínea e na agregação plaquetária, com con- diz respeito à hipercoagulabilidade sangüínea.
Níveis elevados de fibrinogênio plasmático, cé- lulas brancas e do fator de von Willebrand re- imunológicos, em especial IL-6 e PCR, pare- sultam no aumento da viscosidade sangüínea.
cem ter seus níveis sorológicos aumentados na (21) Estudos indicam que indivíduos com do- presença de doença periodontal. Esses têm sido ença periodontal apresentam fibrinogênio e, de considerados como marcadores para o risco um modo geral, a contagem de células brancas cardiovascular e poderiam, portanto, explicar a aumentada, bem como elevações significativas possível relação entre as duas doenças.
do fator de von Willebrand em indivíduos com Influence of periodontal diseases on coronary heart disease
Abstract
The aim of this paper was to accomplish a review of the literature concerning the association between dental
infections, specifically periodontal disease and
coronary heart disease, presenting epidemiological data that
suggest this association, as well as the potential biological mechanisms responsible for its possible action as

R. Ci. méd. biol., Salvador, v. 4, n. 1, p. 63-69, jan./abr. 2005 a risk factor. The analysis of researched data allows us to conclude that, despite its association to cardiovascularconditions being epidemiologically proved, periodontal disease may not be considered as a real risk factor tothat one. It was also concluded that the possible biological explanation to such association should be relatedto an increased thrombogenic activity, provided by an enhanced blood viscosity and platelet aggregation,related to some periodontal pathogens present in bacteremia, as well as to the direct action of periodontalpathogens in the formation of atherosclerotic plaque and some inflammatory mediators increased inperiodontal disease, which would also be considered as periodontal risk markers. Keywords: periodontal diseases; cardiovascular conditions.
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Recebido em / Received: 17/01/2005Aceito em / Accepted: 04/04/2005 R. Ci. méd. biol., Salvador, v. 4, n. 1, p. 63-69, jan./abr. 2005

Source: http://www.fnl.com.br/pdf/influencia_das_doencas_periodontais.pdf

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